
Durante o Carnaval, as estradas mudam de ritmo. O volume de veículos cresce, os trajetos se tornam mais imprevisíveis e a rotina dos motoristas sai completamente do padrão. Para operações de transporte, esse cenário exige mais do que reação: exige preparo para o que pode acontecer.
Para os gestores, a atenção precisa ser redobrada. Jornadas mais longas, cansaço acumulado, congestionamentos e pressão por prazos intensificam riscos que já fazem parte do dia a dia. E, em períodos como esse, esperar o problema acontecer para agir pode custar caro, em segurança, em eficiência operacional e em resultados.
Muitas pessoas enxergam o Carnaval apenas como um período festivo e até repetem o velho ditado de que “o ano só começa depois do Carnaval”. No entanto, quando olhamos para os números, a realidade desse período nas estradas é muito mais séria.
Em 2025, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou, durante o período de Carnaval, mais de 1.100 sinistros de trânsito nas rodovias federais. No mesmo período, também foram contabilizados mais de 1.300 feridos e 83 fatalidades.
Esses dados podem estar, muitas vezes, ligados a diferentes variáveis do comportamento ao volante e também às condições do veículo. Em períodos como esse, marcados por mudanças na rotina, tráfego intenso e maior pressão operacional, contar apenas com a reação já não é suficiente.
É justamente nesses momentos que a previsibilidade se torna a melhor aliada. E, mesmo não sendo algo comum no dia a dia das operações, o modelo preditivo surge para antecipar riscos, apoiar decisões mais assertivas e trazer mais tranquilidade para gestores e motoristas.
Também conhecido como pré-fadiga, o modelo preditivo é uma tecnologia que vem transformando operações ao redor do mundo por sua capacidade de antecipar situações de risco relacionadas ao comportamento do condutor, antes que elas se concretizem.
Mais especificamente, o modelo preditivo calcula a probabilidade de um motorista apresentar sinais de fadiga ou perda de atenção nas próximas horas, com base na análise de diferentes variáveis da operação. Entre elas estão o histórico de eventos, tempo contínuo de direção, horário da viagem, contexto da rota e padrões comportamentais observados ao longo do tempo.
A partir dessa leitura antecipada, a gestão deixa de agir apenas quando o risco já está evidente e passa a atuar de forma preventiva, reduzindo a chance de incidentes, interrupções na operação e impactos à segurança.
Em momentos como o Carnaval, quando o fluxo aumenta, a rotina muda e a margem para erro diminui, contar com uma tecnologia capaz de prever situações críticas pode fazer toda a diferença entre reagir a um problema ou evitá-lo antes que ele aconteça.
Como uma inovação relativamente recente no mercado, o modelo de pré-fadiga vem ganhando cada vez mais espaço como uma ferramenta estratégica para a prevenção de riscos. Na Argus Solutions, essa tecnologia é continuamente aprimorada para apoiar operações que precisam agir antes que o problema aconteça.
Quer se antecipar aos riscos neste Carnaval e além dele? Fale com um especialista da Argus Solutions e descubra como o modelo preditivo pode apoiar sua operação.

19 NOV
Há mais de oito anos no mercado de mineração, fortalecemos nossa missão de levar inovação e segurança ao setor. Para a Panorama Mineração do Brasil, Rafael Dezen, nosso Gerente Comercial, contou como nossos visitantes vivenciaram nossas soluções de forma interativa.